06
Dez 13

Dedo Mindinho

 

Dedo mindinho quer pão,

Anelar diz que não,

Médio diz que Deus dará.

Indicador diz que o furtará.

O polegar diz: alto lá!

 

Luísa Ducla Soares, Mais lengalengas, Livros Horizonte

 

Agora podes ler ou ouvir "Dez dedos dez segredos"

dez dedos dez segredos

 

de Maria Alberta Menéres

publicado por clic@r e @prender às 00:53

08
Nov 13

     m

Mário Mora foi a Mora

com intenção de vir embora

mas, como era em Mora demora,

diz um amigo de Mora:

- Está cá o Mora?

- Está, está cá o Mora.

- Então agora o Mora mora em Mora?

- Mora, mora.

 

Luísa Ducla Soares, Destrava línguas, Livros Horizonte

 

Memoriza...

Agora joga...

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18
Out 13

Eu sou a letra 

L 

Memoriza esta lengalenga

 

Com L se escreve Luísa,

Lucas, lagarto, limão,

laranja, laço, ladrilho,

lanche, lula e lampião.

 António Mota

 

 

 

 

 

 

 

 

Agora joga... 

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08
Out 13

Eu sou a letra 

p

"pê de pai"

Queres conhecer esta história? 

Clica e aprende...

pê de pai

Agora joga...e volta a jogar...

publicado por clic@r e @prender às 01:18

01
Out 13

Aprender os ditongos é tão fácil a cantar! 

Clica e canta também...


 

publicado por clic@r e @prender às 00:59
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27
Set 13

Queres aprender as vogais?

Então memoriza a lengalenga:

 

Senhor guarda venha cá

 

Senhor guarda venha cá, á

Venha ver o que isto é… é

O barulho é aqui, i

Por causa da minha avó ó

Que matou o meu peru u.

A E I O U

Luísa Ducla Soares, Mais lengalengas, Livros Horizonte

 

Agora ouve e aprende a canção

"Começar no A..."

publicado por clic@r e @prender às 00:52
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21
Nov 12

A bruxa Lindinha e o bruxo Bonzão


 

      A bruxa Lindinha estava convidada para o Baile das Bruxas no grande salão. Já tinha par: o bruxo Bonzão. Para a festa fizeram-se sapatos, sapatinhos e sapatões. Provaram-se casacas, casaquinhas e casacões. Problema: Também era preciso levar um animal e ela não tinha animalzinho nem animalzão. Por isso, chamou o pai e o noivo à saleta, no seu casarão.

      – Está quentinho aqui – disse o rei Lindão quando entrou. – E que bela sopinha a fazer no fogão.

      – Paizinho, tenho um problema – contou a bruxa Lindinha. – Preciso de um gato.
      – Faz um tempão que não há nenhum no reino – explicou o rei Lindão. – Gatos, gatinhos e gatões estão todos no Congresso dos Felinos Feiticeiros.

      – Escolhe outra mascote – aconselhou o bruxo Bonzão.  Um ratito simpático. Um passarinho engraçado. Uma salamandrazeca que vá a passar. Um grilo numa caixinha. Um coelho ou coelhinho num caixote ou caixotão. Ou pega na varinha e no caldeirão e transforma qualquer rapazinho num gatarrão.

      – Boa ideia – disse Lindinha. – Vou transformar-te a ti, Bruxo Bonzão, num gatinho ou num gatão.

      –E depois, quem será o teu par? – perguntou o rei Lindão.

      – Isto já não é um problemazinho, é um problemazão – suspirou a bruxa.

      – Queres o meu cão? – perguntou Bonzão. – Não é um cãozinho. Quer dizer, é um canzarrão. Chama-se Mauzão.

      – Uma bruxinha com um cãozarrão? – disse Lindinha. – Caberá nas salinhas? Caberá no salão? Deitará ao chão as jarrinhas e os jarrões?

      – Se não couber, fica lá fora. Há um jardinzito à volta do palacete. E vamos-lhe dando para comer empadinhas e empadões. E todas as bruxas, bruxinhas e bruxões vão querer saber quem é a dona de tal canzarrão.

      – Não vai ser uma festazinha, vai ser um festão! – entusiasmou-se Lindinha.

 

Alice Vieira, Livro com cheiro a chocolate, Texto Editores

 

 

Transcreve, do texto, todas as palavras que terminam com o som inh e ão ou ões e forma listas de palavras. 

Descobre outras palavras (podes consultar o rimador).


Agora clica e joga, clica e joga.

publicado por clic@r e @prender às 23:42

19
Nov 12

A banda dos animais

 

Vamos todos aprender

A juntar animais.

Uns são gordos e outros magros

Iguaizinhos aos seus pais.

 

Um PORCO e outro porco

E uma porca de má cara

Juntaram-se a outros porcos

E fizeram uma VARA.

 

Um BOI e outro boi

E uma vaca malhada.

Juntaram-se a outros bois

E fizeram uma MANADA.

 

Um PEIXE e outro peixe

Com escamas cor de lume.

Juntaram-se a outros peixes

E fizeram um CARDUME.

 

Um POMBO dos correios

Foi voando, foi voando.

Juntou-se a outros pombos,

Transformaram-se num BANDO.

 

Um LOBO e outro lobo

À luz da lua cheia

Juntaram-se a outros lobos,

Fizeram uma ALCATEIA.

 

Um CÃO e uma cadela

Com o filho e a filha

Juntaram-se a outros cães

Fizeram uma MATILHA.

 

Uma ABELHA, outra abelha,

Uma vespa muito feia,

Juntaram-se a um zângão

Fizeram uma COLMEIA.

 

Uma OVELHA, outra ovelha

Com aspecto muito estranho

Juntaram-se a um carneiro

E fizeram um REBANHO

rebanho

 

                              José Jorge Letria


Clica para saberes quem é José Jorge Letria.


Clica e aprende mais...

Volta a clicar e jogar.


Clica e descobre mais nomes comuns coletivos.

Escreve outros nomes comuns coletivos e tenta descobrir rimas.

 

 Nomes comuns coletivos

  Rimas

 formigueiro

  pinheiro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Agora, na tua folha, vais escrever quadras como as do poema.

Segue o exemplo.

 

Uma formiga, outra formiga

Subiam pelo pinheiro.

Encontraram ouras formigas

E fizeram um formigueiro.



publicado por clic@r e @prender às 17:27

13
Nov 12

De camelo até Belém


      O António e a Mariana receberam um presente do avô: um peixe todo branco, às voltas no aquário.

      – Podíamos-lhe chamar Branquinho – disse a Mariana.

      – Não sabes se é menino ou menina… O melhor era comprarmos mais peixes, até termos no aquário um grande conjunto de peixes.

      – Um conjunto de peixes chama-se cardume – disse a Mariana, que era mais velha e sabia muitas coisas.           

      – E um conjunto de cães?

      – Matilha.

      – Ótimo – disse o António -, no Natal vou pedir uma alcateia, que é um conjunto de lobos. E vou chamar Mariana a uma das lobinhas. E podíamos ter também um rebanho, que são muitos carneiros juntos, e tu podias chamar António a um deles.

      – E dormiam onde? No teu quarto?

      Foi então que o avô disse:

      – Divertido, divertido era ter uma cáfila!

      Nem a Mariana sabia o que era…

      – Uma cáfila são muitos camelos juntos – explicou o avô – e nós três podíamos ser os reis magos: Gaspar, Baltazar e Melchior.

      – Boa, avô! E podíamos ir a Belém.

      – Ver o Menino? – perguntou o António.

      – Não. Comer pastéis. Uma montanha de pastéis!

Alice Vieira, Livro com cheiro a chocolate, Texto Editores

 

Consulta o dicionário e descobre o significado das palavras sublinhadas no texto.

 

Clica e aprende mais.

 

publicado por clic@r e @prender às 00:37

12
Nov 12

Os insatisfeitos

Sempre houve, no correr dos tempos, nomes insatisfeitos. Nunca os agruparam em classe nenhuma para não os habituar mal, mas são muito irritantes. Uns são nomes próprios e querem ser nomes comuns, outros são nomes comuns e querem ser nomes próprios, uma canseira!

Sabemos de fonte segura que alguns têm conseguido mudar de um lado para o outro, escapando à vigilância dos superiores hierárquicos.

Parece que a clara do ovo, farta de andar distribuída por todos os ovos que proliferam por aí, fugiu e tornou-se no nome de uma miúda toda gira, a Clara.

E dizem que o nome do senhor Ribeiro, farto de vender fruta na mercearia da esquina do parque, se escapuliu e foi provar de risquinhos azuis os mapas de Portugal.

Podia ter corrido tudo bem, se não houvesse mais ideias malucas, mas não… A coisa não ficou por aqui!

Animados por estas histórias de sucesso (parece que a notícia se espalhou quase tão depressa como as notícias más e os boatos), há cada vez mais pessoas com nomes de árvores e flores, e vice-versa…! Ora vejam:

A dona Rosa e as rosas;

O senhor Pinheiro e os pinheiros;

O senhor Coelho e os coelhos;

A Susana Pintassilgo e os pintassilgos…

E não digo mais, porque vocês já devem ter descoberto muitos por aí… ou não?

 

Margarida Fonseca Santos, Chamem-lhes Nomes!, Texto Editores, 2009

 

Consulta a gramática para saberes mais sobre os nomes próprios e os nomes comuns.

publicado por clic@r e @prender às 10:40

08
Nov 12

Chamem-lhes nomes!

Quando o criador de palavras ia já a dar o seu trabalho por concluído, percebeu logo que se enganara. Cada palavra mostrava sinais de solidão e, pensando bem, ele também sentia a falta de qualquer coisa...

Foi nesse momento que lhe surgiu a ideia de criar palavras novas para acompanhar as já existentes.

Mas que ideia fantástica!

O criador, satisfeito, ficou a vê-las a formar pares:

O gato miou para a gata;

O sabichão conferenciou com a sabichona;

O ator contracenou com a atriz;

O leão foi caçar com a leoa;

O irmão brincou com a irmã (e irritou-a, claro está...!).

Mas o criador, a certa altura, afligiu-se. Então não é que, seguindo o seu exemplo, algumas palavras tiveram ataques de criatividade?!

O cão largou a correr com a cadela;

O bode namorou com a cabra;

O carneiro elogiou a lã da ovelha;

O cavalheiro deu o braço à dama!

Contudo, o criador pôde serenar e sentir-se, também ele, acompanhado. Ao seu lado estava agora uma criadora, que lhe deu a mão, e, juntos, saíram a criar mais palavras!

 

Margarida Fonseca Santos, Chamem-lhes Nomes!, Texto Editora, 2009 

sopa de letras - nomes

Queres saber mais? Clica e aprende...

 

E para saberes ainda mais...

clica aqui e depois no livro Chamem-lhes Nomes de Margarida Fonseca Santos e Afonso Cuz, Texto Editores e faz mais jogos e atividades.

publicado por clic@r e @prender às 15:03
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07
Nov 12

Os nomes


Porque me chamo coelho

e não me chamo melão?

 

Porque é que me chamo lagartixa

e não me chamo cão?

 

Porque é que me chamo uva

e não me chamo chuva?

 

Porque é que me chamo Maria do Céu

e não me chamo chapéu?

 

Porque é que me chamo pedra

e não me chamo perna?

 

Porque é que me chamo cebola

e não me chamo papoila?

 

Porque é que me chamo casa

e não me chamo asa?

 

Porque é que me chamo Sol

e não me chamo Lua?

 

Porque é que me chamo Lua

e não me chamo caracol?

 

Cada coisa tem seu nome

para assim ser conhecida.

Mas se tivesse outro nome

em vez daquele que tem,

lá voltaria outra vez…

a pergunta repetida:

“Porque é que me chamo assim?”

 

Maria Alberta Menéres, Conversas com Versos, Edições ASA, 2005



Transcreve para o teu caderno os nomes que encontras neste poema.

Olha à tua volta e escreve nomes...

Faz listas de nomes (pessoas, coisas, animais).

publicado por clic@r e @prender às 00:34
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23
Out 12

Eu sou o maior

sinais de pontuação 

         O Ponto Final, a Vírgula e o Ponto de Interrogação tentavam descobrir qual deles era o mais importante.

        – Quem é que faz todas as perguntas? Quem é que põe todas as dúvidas? Alguém duvida que o mais importante sou eu? – disse o Ponto de Interrogação.

        – Eu sou a resposta a todas as perguntas. O fim de todas as discussões. Eu sou o mais importante - disse o Ponto Final.

        – E tu serves para quê? – perguntou o Ponto de Interrogação à Vírgula.

        E a Vírgula respondeu:

        – Experimentem dizer: “Ana Teresa Maria José Rita Sofia eram da mesma família!”.Sem mim, quantos irmãos tem a família?

        – Seis. – disse o Ponto Final.

        – Serão mesmo seis? – perguntou o Ponto de Interrogação.

        – Comigo, podem ser apenas três: “Ana Teresa, Maria José, Rita Sofia”.

        Mas também podem ser quatro: “Ana, Teresa, Maria José, Rita Sofia”. Sem mim, nunca saberão.

        – Pronto – disse o Ponto Final. – Digamos que valemos todos o mesmo. Sem pontos, vírgulas e pontos de Interrogação, as palavras andavam todas perdidas pelo meio das histórias.

 Alice VieiraLivro com cheiro a chocolate, Texto Editores

sinais de pontuação


Quem é Alice Vieira?


Clica e aprende mais.

Verifica os teus conhecimentos. Clica e joga.

publicado por clic@r e @prender às 22:32

18
Out 12

Cantiga esdrúxula


A Mónica

tinha uma máquina

e tinha uma mágica

e tinha uma métrica

e tinha uma música

e tinha uma tónica

mesmo no meio da

cabeça.

 

A Mónica

tinha um diário

e tinha um herbário

e tinha um sumário

e tinha uma túnica

e tinha uma tónica

mesmo no meio da

 cabeça 

 

A Mónica

tinha uma hortênsia

e tinha uma dália

e tinha uma urgência

e tinha uma história

e tinha uma tónica

mesmo no meio da

cabeça.

 

No alto da tónica

a Mónica

teve uma cócega

e pôs-se a coçar a coçar a coçar

com força com raiva e irritação

e a tónica caiu ao chão.

 

José Fanha, Esdrúxulas, graves e agudas, magrinhas e barrigudas, Texto Editores


 

Lê o poema. Repara nas palavras destacadas. Assinala a sílaba tónica.

 

O que verificas?


Clica para conheceres José Fanha.

 

Agora clica e joga.

publicado por clic@r e @prender às 21:21

16
Out 12

Cantilena muito aguda


O Rui mais a Salomé

fazem enorme banzé

pertinho do balancé

e chega então o Tomé

que veio ontem da Guiné

em cima de um jacaré

e com um grande pontapé

manda pelo ar o boné

que cai junto do café

onde está o avô

a beber um capilé

e a gritar assim é que é

amanhã vou para Loulé

às costas de um chimpanzé

olaré olaré olaré


Alice Vieira, Livro com cheiro a baunilha, Texto Editores

 

 

Lê o poema. Repara nas palavras sublinhadas. 

O que verificas?

 

Agora clica e aprende mais.

publicado por clic@r e @prender às 21:07

09
Out 12

          Os três irmãos


              Hoje, a professora contou uma história divertidíssima!

            Eram três irmãos muito alegres que só se metiam em aventuras e tinham um amigo que os acompanhava.

            Eram conhecidos pelo agudo, grave e circunflexo e o seu amigo chamava-se til. O agudo era simpático, traquinas, e era aquele que se mostrava mais; vivia inclinado para a direita (´). O grave era um pouco mais reservado e menos sorridente; vivia inclinado para a esquerda (`). O circunflexo tinha um tom de voz mais fechado e o seu corpo andava sempre dobrado (^). O amigo til era alegre, falava pelo nariz e tinha a forma de uma ondinha (~).

            Eram os três acentos e o amigo til! 

 

Texto retirado do livro "Fichas de Ortografia 3", Porto Editora

 

Clica e aprende.

publicado por clic@r e @prender às 22:03

10
Mai 12

Os tesouros dão muito trabalho

 

            Era de noite quando o António viu uma escada ao pé da cama. Subiu para descobrir o que estaria lá em cima e encontrou-se na sala de um castelo, onde havia uma arca cheia de moedas.

            – Um tesouro! Vou levá-lo comigo – disse o António.

            – Nem penses! – disse uma voz que vinha de um anão muito velho.

            – Estou aqui sozinho. Se me ajudares a arrumar a casa, levas o tesouro.

            – Que é preciso fazer? – perguntou o António.

            – Tudo – respondeu o anão.

            Então o António limpou, lavou, aspirou, poliu, varreu.

            – Agora é preciso tratar dos animais – disse o anão.

            – Então, o António escavou, ordenhou, selou e alimentou os animais do anão.

            – Falta a comida – informou o anão.

            Então, o António descascou, cozeu, estufou, grelhou, descongelou e serviu.

            – O tesouro é teu – disse o anão.

            Quando acabou de descer a escada, o António viu que estava na sua cama.

            – Sonhei – pensou ele. Mas a seu lado viu uma moeda de ouro.

            – Estás tão despenteado – disse a mãe- - Que andaste a fazer de noite?

            «Lavei, aspirei, cortei, arrumei, limpei, cozinhei», pensou o António.

            – Dormi – respondeu ele. – Como de costume.

 

                               Alice Vieira, Livro com cheiro a chocolate, Texto Editores

 

Que ações fez o António?

    arrumar a casa   tratar dos animais       

 

Para tratar da

casa

Para tratar dos animais

Para tratar da comida

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mas, afinal, o António apenas dormiu e sonhou...

                                     

Clica e brinca com os verbos... 

publicado por clic@r e @prender às 00:25
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07
Mai 12

Transcreve este poema para o teu caderno, escrevendo nos espaços os verbos adequados.

Lembra-te de ações que o cão possa fazer.

 

UMA PERFEIÇÃO DE CÃO

 cão

Conheci um cão
Que __________
Que __________
Que __________
Que __________
Que __________
Que fazia o pino
E que era um grande dançarino.

Que __________ à bola
Que __________
Que __________.
Que __________
E que ___________
Comigo na escola.

E que tal?
Era ou não
Uma perfeição de cão?

Não acreditam?
Fazem mal.
Era um cão
De imaginação 

                                     Maria Cândida Mendonça

Agora clica e compara-o com o poema original. 

publicado por clic@r e @prender às 23:21
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27
Abr 12

Transcreve este poema, substituindo cada palavra sublinhada (verbo)

pelo seu antónimo.

Depois compara os dois poemas. 

 

A Máscara

Parei 

Espreitei

Entrei

Comprei

 

Saí

Subi

Abri

Sorri

 

Peguei

Coloquei

Atei

Ajeitei

 

Desci

Apareci

Rugi

E ri

 

Um leão

Que aflição!

 

Mas não...

É o João!

   

 Maria Cândida Mendonça, O Livro do Faz-de-Conta, Plátano Editora

caça ao intruso

Queres fazer mais jogos e atividades? Clica   (Rimas perfeitas, imperfeitas e mais que perfeitas, de Alice Vieira) e aprende mais.

publicado por clic@r e @prender às 09:00

16
Abr 12

 desenhar                     cantar

    pintar                cantar            

ler              escrever                   dormir

         ler           escrever        dormir    

 

 

Aprende a conjugar verbos!

 

Clica e...      conjuga-me...

 

 Basta escreveres o verbo no infinitivo.

publicado por clic@r e @prender às 22:56
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